Guardo na memória as tardes em que perdia o olhar no horizonte,
feito de rio, feito de planaltos, feito do toque do sino a rebate.
Guardo na alma a vontade de regressar, de cumprir uma promessa nunca feita mas que parece faltar cumprir.
Guardo no coração o abraço quente com que me recebes, quando me aninho no teu colo.
Guardo na memória as corridas do alto do lugar para a casa azul.
Guardo na alma as marcas de uma infância desenrascada.
Guardo no coração o desejo de me reencontrar.



feito de rio, feito de planaltos, feito do toque do sino a rebate.
Guardo na alma a vontade de regressar, de cumprir uma promessa nunca feita mas que parece faltar cumprir.
Guardo no coração o abraço quente com que me recebes, quando me aninho no teu colo.
Guardo na memória as corridas do alto do lugar para a casa azul.
Guardo na alma as marcas de uma infância desenrascada.
Guardo no coração o desejo de me reencontrar.
3 comentários:
Belas fotos! Pessoalmente, uso as fotos para servirem de apêndice de memória, já que a minha é tão fraca...mas tu pareces ter uma memória de elefante, e vais buscar as tuas coisas, as tuas recordações...que, no fundo, são um pouco de todos nós! ;)
Eu tenho dúvidas que as memórias da autora deste blogue sejam um pouco de mim. Claro que enquanto produto de uma sociedade que é construída com a totalidade dos seus elementos, eu tenho um bocado de todos, mas mesmo assim... não, obrigadinho! É pouco higiénico!
Catano... Abril!... e eu é que sou o perguiçoso!
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